23/09/2026
A partir de 2027, empresas optantes pelo Simples Nacional precisarão avaliar a nova dinâmica de recolhimento do IBS e da CBS.
Uma das decisões será comparar o modelo tradicional com as alternativas relacionadas ao chamado Simples Híbrido.
Mas escolher apenas com base na alíquota ou no fato de a empresa atuar no mercado B2B pode levar a uma análise incompleta.
Antes de decidir, quatro perguntas merecem atenção.
A empresa vende principalmente para pessoas físicas ou para outras empresas?
Nas relações B2B, a possibilidade de geração de créditos de IBS e CBS para o cliente pode ganhar importância na decisão.
Compras, insumos e determinados serviços podem gerar créditos conforme as regras aplicáveis.
Quanto maior o volume de despesas elegíveis, maior tende a ser a importância dessa variável na comparação entre as alternativas.
Quando o cliente também é uma empresa, a possibilidade de apropriação de créditos pode influenciar a relação comercial e a comparação entre fornecedores.
Por esse motivo, a análise tributária não deve considerar somente quanto a própria empresa paga.
Comparar apenas alíquotas não é suficiente.
É preciso analisar quanto a empresa recolhe, quais créditos podem ser aproveitados, sua estrutura de custos e como cada alternativa interfere no preço e na margem.
Antes da decisão, vale analisar em conjunto o perfil dos clientes, créditos nas compras, tributação das vendas, estrutura de custos, preço e margem.
Não escolha o Simples Híbrido apenas porque sua empresa vende para outras empresas. A decisão precisa partir dos números e das características do negócio.
Antes de escolher, simule. A Contaprevi pode auxiliar sua empresa na análise das alternativas previstas para 2027.